terça-feira, 31 de julho de 2007

Dos opostos complementares e pulsões do tempo.

Temos tantas escolhas, tantos erros...

Um calendário de vozes firmes nos conduzindo por uma estrada de medo - mas dentro de si os segredos, que libertam.

Quando a dúvida atormentar o seu âmago, diga a ela que não há que estar insegura: que ela está correta em sua constante existência.
Poderia ser a dúvida um vasto personagem dos ciclos, que, parecendo infinitos, nos rondam com as suas sombras e luz projetando redes de enigma e descoberta sobre os nossos signos, símbolos e forças interiores.

A crise é o vale da mudança.
De permanência e eqüilíbrio; deseqüílibrio e mudança é que a dança nos leva ao infinito.

Não admitiremos o estupro do medo.
Não deixaremos nossa sombra, ávida de vida, ser apagada pelo inexistente refúgio do nada: o nada é repleto de ser; de escolhas e crises, sombras e luz a vida cresce.

1 comentários:

Bhagwan disse...

lindas palavras, sinceramente lindas.

poucas coisas para se dizer, quando nada precisa ser dito...


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Beijos eternos,
Seu querido - Franklin Maia